consultoria de imagem

Você é o que o outro vê?

Cada vez que falo sobre o meu trabalho fico ainda mais encantada!

Porque é conversando que a gente entende a profundidade da comunicação da imagem e a necessidade de o comportamento estar alinhado a essa imagem.

De cara, a consultoria sofre o preconceito do “supérfluo” / “perfumaria”… Mas, você se empoderar da própria imagem, dominando a influência que terá sobre o conceito das outras pessoas, não tem nada de supérfluo!

Também não se trata de um tratamento milagroso – a mudança não acontece da noite para o dia. Embora a consultoria tenha começo, meio e fim, seus efeitos se prolongam no tempo porque as fichas vão caindo aos poucos, na medida em que o cliente vai absorvendo minhas observações, entendendo-as e colocando-as em prática sem perceber, naturalmente.

Aos olhos dos outros, as transformações são sutis, e aí está a graça. Talvez não consigam dizer o que está diferente em você, mas têm a certeza de que houve uma mudança positiva!

Para mim, ver o cliente se descobrindo aos poucos e se modificando, é uma imensa alegria porque sei o quanto de bem-estar e segurança estão embutidos ali.

E, depois do autoconhecimento indispensável no processo, a autoconfiança é um dos melhores benefícios agregados à consultoria. O domínio de si mesmo – saber com propriedade como se colocar em cada situação específica, sem esforço, e saber como sua imagem será “lida” pelos demais.

Primeiro saiba quem você é; depois, enfeite-se de acordo.

Epictetus

A razão de estar aqui

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Já pensou que uma consultoria pode te levar a sua tão esperada promoção ou a melhorar os seus resultados na empresa?

Pois é. Sempre gostei de lidar com pessoas…
Quando abri meu escritório de advocacia, há quase 20 anos, resolvi dedicar parte do meu tempo e conhecimento profissional a um trabalho voluntário, aconselhando juridicamente pessoas de várias classes sociais junto a entidades beneficentes – ADJ e ANAD – que trabalham com Diabetes.
Foi então que percebi o quanto gosto de ouvir e observar pessoas. Porque o meu olhar nunca se restringe ao que estão me contando; vou além e tento enxergar lá no fundo qual a real necessidade daquela pessoa, que muitas vezes ela mesma tem dificuldade de expressar.

No exercício da advocacia conheci vários profissionais com dificuldades em atingir o topo de suas carreiras ou objetivos, não por falta de capacidade, mas sim por deficiências de comunicação e interação, que geram falta de credibilidade pela imagem que passam aos superiores e clientes. E a grande maioria não percebe os motivos desse impedimento.

Na minha própria busca por autoconhecimento, me formei em Consultoria de Imagem e Estilo – um treinamento do olhar para si que reflete na imagem do que passamos para o outro e para o mundo.
Voltei minha atuação profissional para a Consultoria, especialmente para questões comportamentais, colocando em uso minha bagagem e experiência no mundo jurídico.
Especializei-me em Gestão da Imagem Profissional para Executivos e Empresas, onde consigo enxergar, com um olhar “de fora”, problemas considerados menores que afetam diretamente a imagem da empresa ou de seus profissionais perante os clientes, como falta de comprometimento dos colaboradores ou comunicação presencial e virtual inadequadas.

Treino pessoas e equipes a expressar o melhor de si, seja no comportamento interpessoal no meio corporativo, seja na reprodução da imagem pessoal adequada às necessidades sociais e profissionais.

Minha nova profissão após os 40 anos

Fim de ano é época de confraternizações. No último final de semana, participei do encontro anual da família do meu pai. Foi a primeira vez em que boa parte deles me encontrou depois de eu ter deixado a advocacia para me lançar em uma nova carreira. E o retorno foi surpreendente – acolhedor e animador!

Mas acabou ficando muito claro para mim que, mesmo se interessando pelo assunto, muitos não tinham ideia do que afinal estou fazendo. Até porque, trata-se de uma profissão razoavelmente nova, desconhecida até dos mais novos, e desprovida da formalidade de depender de uma formação universitária.

Então, antes de mais nada, a quem me perguntou do que exatamente se tratava, tranquilizei-os sobre a existência de cursos de formação, e que eu tinha percorrido os melhores – Belas Artes, Oficina de Estilo e Ilana Berenholc.

Evidente que deixando claro que não estou simplesmente dando uma de metida em um assunto novo e, sim, que tenho conteúdo para falar a respeito, todos ficaram com um sorriso mais seguro no rosto. E acredito que assim também seja com os clientes mais tradicionais.

Busquei também explicar, sem chavões, o que de fato compreendia a Consultoria de Imagem – na minha atuação específica, voltada ao comportamento social e à gestão da imagem profissional. Porque insisto, o tema é de pronto atraente mas, bem no fundo, muito poucos conhecem seu real significado e, menos ainda, os benefícios proporcionados aos clientes.

Por isso, achei que seria interessante reproduzir aqui o que falei a eles e que entendo como minha nova carreira. Afinal, também meus colegas advogados, e tantos outros profissionais que frequentam o Linkedin, ainda desconhecem essa crescente e inovadora área de atuação.


Explicando o meu trabalho…

É comum as pessoas terem dificuldades muito específicas, muitas vezes por elas mesmas sabidas, mas sobre as quais desconhecem uma forma de aprimoramento ou aprendizado que lhes traga as soluções desejadas.

Como exemplos: autoquestionamento sobre como estamos sendo “lidos” pelo outro; se estamos passando a mensagem pretendida através dos nossos gestos, posturas, olhares e voz. Tudo isso faz parte da comunicação e pode ser treinado!

A consultoria soluciona então, as dificuldades identificadas pelo cliente em relacionamentos interpessoais, comunicação verbal e não verbal, comportamento e aparência, que podem ou não estar atrelados a posturas incoerentes ao ambiente de trabalho.

Um executivo, por exemplo, com talento suficiente, enfrenta dificuldades para ser promovido porque não é aceito em razão da forma grosseira como se comunica com seus colaboradores e clientes. Conhece suas dificuldades, mas não sabe onde e nem como buscar ajuda para resolvê-las.

Em algumas etapas, objetivas, exercícios e treinamento, a consultoria fornece todo o conhecimento necessário a esse profissional para que ele consiga alinhar sua postura física e comportamental ao ambiente em que atua ou se movimenta, sem perder sua personalidade e estilo.

Com o autoconhecimento alcançado nos exercícios, somado às observações do olhar externo mais sensível do consultor de imagem, o cliente tem a seu dispor ferramentas eficientes para direcionar sua aparência e comportamento às exigências e interesses do seu dia a dia. E sua atuação será natural porquê segura, resultando em autoconfiança, credibilidade e aumento da produtividade com a melhora no desempenho e motivação pessoal.

A ideia é que o profissional aprenda e sinta-se apto e seguro para gerir sozinho sua imagem no futuro.

Enfim…

como eu escrevi no meu primeiro artigo aqui no Linkedin, continuo trabalhando ajudando pessoas, mas agora a trazerem à tona o que elas têm de melhor, resolvendo problemas que, embora aparentem ser mais simples, podem ser muito mais profundos e de efeito prolongado.

Assim, também me sinto melhor e mais feliz a cada dia. E acredito que essa busca todos temos em comum, não?

Mudando de profissão após os 40 anos

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Dizem que os 40 anos são os novos 30. Não para quem quer mudar de profissão!

Para a geração millenium, ter várias carreiras ao longo da vida será normal. E a sociedade está se adaptando a esse tipo de transformação. Mas para alguém acima dos 40, esse comportamento não é visto com bons olhos. Ouvi frases de pessoas próximas como: “não deu certo na advocacia?”; “arrumou um hobby”; “seu marido vai te sustentar?”.

Não posso, de jeito nenhum, dizer que não dei certo na advocacia. Abri meu primeiro escritório em 2001 e desde então me orgulho de dizer que nunca coloquei um tostão nele. Isso é muito raro de acontecer com empreendedores. E também nunca precisei correr atrás de clientes; eles vinham atrás de minha expertise na área da saúde, até por isso, acabei ficando mal acostumada.

Mas então, o que aconteceu?

Tenho dito que sinto que cumpri o meu papel na advocacia. Sei lá, cansei! Junto a isso, é claro, tem uma frustração com nosso Poder Judiciário, que está a cada dia com níveis piores, e também a minha área de atuação, saúde, que, por mais profissional que eu fosse, acabava por me esgotar emocionalmente. É muito difícil administrar a vida das pessoas por tanto tempo!

Mas essa mudança não é, e não foi fácil. Foram anos de maturação e aceitação, minha e das pessoas próximas a mim. Até porque o pior de tudo é que eu só tinha uma certeza – que não queria mais advogar – mas não sabia o que fazer no lugar. Nunca tive um plano “b“ de carreira.  

Dei um tempo nesse pensamento e investi tudo na maternidade. Inclusive pedi muito que minha filha me trouxesse respostas. No entanto, a única resposta que ela me trouxe é a de que eu não nasci para ficar em casa e muito menos para ser “dona de casa”.  

Foi então que meu marido, ansioso por me ajudar, me deu a brilhante ideia de passar por um processo de coach, e inclusive me ajudou a achar o profissional mais alinhado a mim (porque tem isso, existem vários perfis de coach).

Na segunda entrevista eu me encontrei com uma profissional brilhante e acolhedora. A liga foi imediata! Basicamente a única pergunta que fiz a ela foi “ você jura que após essas dez sessões eu saberei o que fazer?”. E ela disse que sim! Eu confiei e mergulhei de cabeça – o que é essencial nesse processo.

Nunca vou me esquecer do dia em que, no meio do processo, ela colou alguns post its numa lousa com várias profissões de que sequer me lembro. Mas um deles dizia “consultoria de imagem”. Eu nunca tinha ouvido falar nisso mas, mesmo assim, e segundo ela, os meus olhos brilharam naquele momento. Minha excitação e ansiedade em conhecer do que se tratava eram quase incontroláveis.

Por sorte, ou destino, descobri um curso de consultoria de imagem na Belas Artes que começaria nos próximos dias. Era uma ótima oportunidade para eu conhecer essa profissão. E lá fui eu super animada em passar 15 noites sem falar de direito em nenhum momento!       

Era certamente a mais velha da turma e a mais deslocada. Sofri certo bullyng…a maioria dali eram jovenzinhas e vinham de áreas relacionadas à moda ou afins. E eu com aquela pose evidente de advogada!

Tive uma boa ideia do que se tratava a consultoria de imagem. Voltei para a coach com a certeza de que havia descoberto o meu caminho, mas com algumas adaptações….

Ela então me sugeriu conversar com algumas profissionais da área. Marquei um café com uma delas que, graciosamente, passou quatro horas me deliciando com as maravilhas dessa profissão. Fiquei ainda mais encantada! Absorvi todo o tipo de informação que ela poderia me passar, dentre elas a principal – qual o curso de formação a fazer.

Foi assim que cheguei à Oficina de Estilo. Na ocasião um dos melhores e mais renomados cursos de formação de consultores de estilo.   

bullyng foi um pouco menor mas ainda presente, mas estava mais preparada e enquadrada. Mais uma vez um dos maiores prazeres foi passar uma semana de imersão total em assuntos não jurídicos. Foi a primeira vez que sentei para estudar outra coisa em toda a minha vida! Verdadeiro marco!

Como boa taurina, e advogada, que sou, passei a semana estudando e questionando se todo aquele método tão lindo era possível de funcionar na prática. Mas só quando atendi minha primeira cliente, voluntária do curso, foi que a ficha realmente caiu. Que delicia é esse mundo!

Peguei uma cliente difícil, que inclusive achei que tinha sido designada a mim de propósito. Mas apliquei nela toda a minha experiência em lidar com pessoas em situações de crise. Ou ela confiava em mim ou o processo não rolaria. E, no fim, de um jeito inesperado, a coisa aconteceu.

De início achei que o prazer tinha sido só meu, porque tinha convicção de que tinha dado o meu melhor à cliente. Mas quando recebi a avaliação dela soube que o resultado era recíproco – ela também tinha se descoberto e tinha elogiado absurdamente o meu trabalho. Eu quase chorei de emoção e não me lembro quando senti isso antes, se é que senti…

Achei então que, para finalizar minha formação, eu mesma tinha que passar por uma consultoria. E foi o que fiz. Voltei à consultora que tomou aquele primeiro café comigo e iniciamos o trabalho.

Novamente, mais do que a própria consultoria, ela me deu aulas constantes sobre nossa profissão. Foi uma verdadeira pós-graduação! E também consegui, a partir daí, montar o meu próprio esquema de trabalho – o que faz sentido em uma consultoria no meu entender.

Maravilha! Mas faltava ainda a cereja do bolo. Finalmente a grande expert no assunto, Ilana Berenholc, veio de Israel para ministrar seu curso anual de gestão de pessoas no ambiente corporativo. E lá fui eu para mais uma imersão. Só que dessa vez eu me encontrei; achei o meu mundo, o meu lugar, as minhas colegas, o meu assunto.

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Confirmei minha posição de que a moda é apenas uma das partes de uma consultoria, e para quem quer se dedicar a ela. Mas existe muito mais a ser trabalhado e explorado e era isso o que tinha dentro de mim. Sempre fui observadora, e crítica, de comportamentos, mas só então descobri a relevância desse tema no relacionamento interpessoal e no plano de carreira de uma pessoa. Foi como se alguém tivesse traduzido meus sonhos.

Encerrei meu trabalho com a coach fazendo todo um planejamento de início de carreira, com metas para os primeiros seis meses. De cara já sofri um atraso com a dificuldade em encontrar alguém confiável para fazer o meu site, problema que descobri ser comum.

Criei meu logo e meu site, abri uma fan page e entrei no instagram só para dizer o que estava fazendo. Em um mesmo dia lancei para o mundo que estava encerrando minha atividade como advogada e partindo para uma nova carreira. Recebi os cumprimentos padrões de boa sorte, mas acho que até agora ninguém sabe bem o que estou fazendo, e se é sério.

De novo, depois dos 40 anos, mudar de carreira é tão raro que as pessoas não acreditam no que você está fazendo. Não entendem ser possível largar algo tão certo, por algo tão “duvidoso”…Foi difícil convencer familiares e amigos de que essa era uma decisão muito pensada e acertada, voltada à minha felicidade, que passou a ser a minha prioridade, depois da minha filha, claro.   

Na minha mente, foquei numa frase que uma amiga me disse quando contei a novidade: ”Você está certa! A vida é muito longa para sermos infelizes!” Nunca tinha ouvido isso desse jeito. O padrão é ouvirmos que a vida é curta. Mas se, de fato, pretendo viver até pelo menos os 80 anos, estou na metade da minha vida e não quero ter que passar essa metade fazendo algo que não me dá mais prazer. Ponto final!

Assim, minha formação estava completa, mas ainda existia todo um outro mundo a ser explorado. Eu sou do século passado e avessa às redes sociais. Mas isso não combina com uma profissão em ascensão. Bateu um desespero!

Comecei devagarinho a explorar esse novo ambiente. Tinha apenas 30 contatos no linkedin e um perfil mixuruca. Pouco a pouco fui aumentado minhas conexões e melhorando o meu perfil, que permanecerá em constante melhoria.

Me inscrevi em cursos rápidos de instagram, linkedin, marketing digital e mídias sociais. Tudo ainda está muito embrionário, mas certamente já sei muito mais do que antes de todo esse processo. E não é lindo aprender coisas novas e prazerosas depois dos 40?

E agora estou aqui escrevendo meu primeiro artigo (que foi também pro  linkedin), porque até então só tive coragem de escrever posts. Tive uma inspiração noturna e sabe lá no que isso vai dar. Se alguém ler, estarei feliz. E se ninguém ler, procurarei melhorar, seguindo no meu aprendizado e na busca da minha felicidade!