Já ouviu falar em sabotadores da imagem?

Roupas sujas ou amassadas, com botões faltando, rasgadas, com barras por fazer ou improvisadas com fita adesiva e afins. Itens do guarda-roupa usados sem critério que comunicam uma casualidade excessiva, beirando o desleixo, inapropriados a vários ambientes e situações.

Para as mulheres, roupas transparentes e decotes profundos, ou barriga à mostra e saias muito curtas, transmitem uma ideia de disponibilidade daquele corpo que não cabe em um local de trabalho.

Homens não trabalham normalmente de bermudas ou camisas abertas, expondo tanquinhos ou pernas musculosas.

O foco deve estar no profissionalismo e na capacidade, e não nos dotes corporais.

Posturas inadequadas e falta de cuidado pessoal também podem comprometer uma aparência que pretende ser bem aceita e avaliada no ambiente corporativo.

Falar muito alto, exagerar nas piadas, excesso de cheiros, a maneira de comer, geram no outro, automaticamente, uma impressão de prazer ou desgosto que pode interferir no relacionamento profissional.  

Cabelos molhados, sujos ou despenteados; barba, bigode e pelos em excesso e maltratados; unhas e pele não cuidadas. Todos detalhes que não devem ser esquecidos por fazerem parte da moldura corporal.

O asseio pessoal não repele as pessoas e aumenta a receptividade do nosso discurso.

Não caia na armadilha de imaginar que ninguém está prestando atenção. Experimente fazer o exercício contrário de pensar na sua impressão ao se deparar com certo tipo de imagem. A sua reação é um reflexo da imagem do outro.  

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